Decisões baseadas em achismo: o risco que ninguém mede
A falta de dados para decisão não paralisa empresas. Faz com que elas se movam na direção errada.
Empresários decidem todos os dias. Contratar, investir, cortar custos, abrir novos mercados, mudar o posicionamento. A qualidade dessas decisões define o futuro da empresa. E a qualidade depende diretamente da qualidade da informação disponível.
Quando não há dados confiáveis, a decisão se baseia em experiência, intuição ou, com frequência, no achismo puro. O empresário não percebe porque já se acostumou a operar assim. Mas o mercado cobra.
O custo do achismo nas decisões
Uma contratação errada custa entre 3 e 15 meses de salário. Um investimento em marketing sem métrica de retorno queima caixa sem resultado. Uma precificação baseada em feeling pode estar deixando margem na mesa ou afastando clientes.
O achismo tem custo cumulativo. Uma decisão ruim por mês significa 12 por ano. Em cinco anos, são 60 decisões que poderiam ter sido melhores com dados.
Como construir uma cultura de decisão baseada em dados
Não se trata de implementar um BI complexo. Começa com o básico: saber exatamente quanto custa cada cliente, qual é a margem real de cada produto ou serviço, o que cada área entrega e quanto tempo leva. Dados simples, mas confiáveis.
O passo seguinte é criar o hábito de consultar esses dados antes de decidir. O Conselheiro Executivo tem papel fundamental nesse processo: ajuda a definir quais dados importam, como coletá-los e como usá-los na prática do dia a dia.
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